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Justiça no RS determina que investigada por morte de cachorro seja proibida de manter animais

Mulher teve liberdade provisória concedida após ser presa por maus tratos a animais de estimação

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Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul • Juliano Verardi – DICOM/TJRS

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) realizou uma audiência de custódia de uma mulher, de 32 anos, presa por maus tratos a animais de estimação. Ela também é investigada pela morte de um cachorro identificado como Branquinho, que teria sido morto com golpes na cabeça.

A sessão presidida pela juíza Michele Scherer Becker, que analisou a legalidade da prisão, as circunstâncias do fato, bem como as condições pessoais da mulher. A prisão em flagrante foi homologada e a liberdade provisória foi concedida a mulher — mediante o cumprimento de medidas cautelares, como forma de inibir a possível repetição do crime.

A magistrada fixou a proibição de manter sob sua guarda qualquer tipo de animal. Veja outras determinações impostas:

  • Comparecimento mensal em juízo para informar e justificar suas atividades
  • Comparecimento sempre que intimada
  • A manutenção de endereço e telefone atualizados
  • Obrigação de não se envolver em novos delitos.

A morte do cachorro teria acontecido em novembro de 2025, no imóvel em que a investigada residia. Um vídeo que registra o momento das agressões foi encaminhado ao Ministério Público em abril, com pedido de providências na esfera judicial.

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Estudante de jornalismo pela PUC Minas, Júlia Melgaço trabalhou como repórter do caderno de Gerais no jornal Estado de Minas. Também já passou por veículos de rádio e televisão. Na Itatiaia, cobre Minas Gerais, Brasil e Mundo.