A Polícia Civil de São Paulo prendeu um grupo que estava planejando um ataque a bombas na avenida Paulista, no centro de São Paulo, na tarde desta segunda-feira. Doze
O grupo foi identificado por meio do monitoramento e investigação nas redes sociais feito pelo Núcleo de Observação e Análise Digital (Noad) da Polícia Civil. Organizados por meio de um grupo na internet, o grupo planejava o uso de bombas caseiras e coquetéis molotov como forma de “manifestação”. No entanto, a Secretaria de Segurança Pública disse que o grupo não tinha uma pauta definida e pretendia apenas causar pânico e incitar a violência.
“Foi um grande trabalho de antecipação do Núcleo de Observação e Análise Digital da polícia. Conseguimos impedir um possível ataque que aconteceria nesta segunda. A manifestação era uma forma de tumulto, sem pauta nenhuma e conseguimos, com o trabalho de inteligência, impedir este crime”, afirmou o secretário estadual de Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, em entrevista coletiva.
Simulacros de armas de fogo foram apreendidos
Com apoio da Divisão de Crimes Cibernéticos (DCCiber), os investigadores identificaram a atuação dos alvos envolvidos na capital, Grande São Paulo e interior. Um deles foi encontrado com simulacros de armas de fogo. Os doze indivíduos identificados repassavam informações e instruções a outros membros do grupo e seis deles tinham poder de comando no grupo.
Segundo o delegado-geral da Polícia Civil, Artur Dian, a atuação das equipes foi decisiva para evitar riscos à população.
“É mais um ataque que conseguimos impedir por meio do monitoramento digital. Os policiais se infiltraram nesses grupos e identificaram os principais articuladores desse ato criminoso. Trata-se de uma ação preventiva que garantiu a segurança da população”, destacou o delegado-geral.