Avião que caiu em Marília (SP) não tinha autorização para operar como táxi aéreo
Queda do avião matou duas pessoas e deixou um ferido; sobrevivente está internado no Hospital das Clínicas do município

O avião de pequeno porte que caiu em Marília, no interior de São Paulo, estava com situação de aeronavegabilidade regular, mas não tinha autorização para operar como táxi aéreo. Duas pessoas morreram e uma terceira ficou ferida no acidente aéreo que aconteceu nesta quarta-feira (10).
As informações obtidas pela Itatiaia junto ao banco de dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) apontam que a aeronave estava em dia com todas licenças e autorizações dos órgãos competentes para realizar voos privados.
O Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade (CVA) da aeronave tem validade até 10 de junho de 2027. Apesar disso, o avião não tinha autorização para realizar o transporte comercial de passageiros ou cargas.
A aeronave, de prefixo PT-MDB, é um Beech Aircraft 58, fabricado em 1985. O avião está registrado no nome de Carlos Eduardo Alves, que também aparece como operador.
O avião tem capacidade para um piloto e outros cinco passageiros. Três pessoas estavam a bordo da aeronave no momento do acidente, sendo que duas delas morreram por conta da gravidade dos ferimentos. Segundo a prefeitura de Marília, o único sobrevivente está internado no Hospital das Clínicas do município.
Correspondente da Rádio Itatiaia em São Paulo. Apresentador do quadro Palavra Aberta e debatedor do Conversa de Redação. Ingressou na emissora em 2023. Começou no rádio comunitário aos 14 anos. Graduou-se em jornalismo pela PUC Minas. No rádio, teve passagens pela Alvorada FM, BandNews FM e CBN, no Grupo Globo. Na Band, ocupou vários cargos até chegar às funções de âncora e coordenador de redação na Band News FM BH. Na televisão, participava diariamente da TV Band Minas e do Band News TV. Vencedor de nove prêmios de jornalismo. Em 2023, foi reconhecido como um dos 30 jornalistas mais premiados do Brasil.



