Os policiais militares Diego Pereira Leal e Aslan Wagner Ribeiro de Faria, acusados de matar o
Thiago foi morto em 7 de agosto de 2023, enquanto estava na garupa de uma motocicleta na principal via de acesso à comunidade.
À época dos fatos, os dois policiais integravam o Batalhão de Choque da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Eles admitiram ter efetuado os disparos e respondem pelos crimes de homicídio e fraude processual. De acordo com a acusação, os
Antes do início do julgamento, familiares, amigos e organizações de direitos humanos organizam um ato público para cobrar justiça e denunciar a violência policial nas favelas do Rio de Janeiro. A manifestação conta com o apoio da Anistia Internacional.
Em declarações públicas após o crime, a mãe do adolescente, Priscila Menezes, afirmou que busca justiça não apenas pelo filho, mas por outras crianças vítimas da violência. “Eu não vou ter mais meu filho, mas quero justiça por ele e por outras crianças”, disse em um ato realizado na Praia de Copacabana.
Inicialmente, quatro policiais foram denunciados pelo Ministério Público pelo assassinato de Thiago. No entanto, dois deles foram absolvidos ainda na fase de instrução, após a Justiça entender que não houve participação direta no homicídio.