Ítalo Jefferson da Silva, de 43 anos, que teve a prisão decretada pela morte de uma jovem,
Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), o homem possui extenso histórico criminal. Somadas, as condenações já impostas pela Justiça totalizam 38 anos, 10 meses e 29 dias de prisão, dos quais 23 anos, 11 meses e 19 dias já foram cumpridos.
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Histórico de condenações
A primeira condenação ocorreu em outubro de 2002, quando Ítalo Jefferson foi sentenciado a 15 anos de reclusão pelos crimes de roubo, estupro e atentado violento ao pudor. Na época, ele tinha 19 anos.
Em dezembro de 2004, ele voltou a ser condenado, desta vez há 6 anos, 1 mês e 10 dias de prisão, pelos crimes de estupro e roubo. Já em agosto de 2006, a Justiça fixou nova pena de 6 anos, 7 meses e 9 dias de reclusão, pelos crimes de roubo e atentado violento ao pudor.
Dois anos depois, em agosto de 2008, Ítalo Jefferson recebeu outra condenação, de 3 anos e 6 meses de prisão, exclusivamente pelo crime de estupro. Mais recentemente, em março de 2020, foi fixada pena de 7 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão pelos crimes de furto, resistência e roubo.
Segundo a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), ele tem passagens pelo sistema prisional do estado desde 2003.
Dezembro de 2025
O registro mais recente foi na penitenciária Deputado Expedito de Faria Tavares, em Patrocínio (Alto Paranaíba), onde ficou entre 3 de outubro de 2024 e 20 de dezembro de 2025. Após decisão da Justiça, ele teve progressão de pena e passou a cumprir prisão domiciliar.
Além disso, há outro processo criminal de estupro em andamento, que corre em segredo de Justiça, conforme informado pelo TJMG.
Novo mandado de prisão
Agora, Ítalo, que estava no regime semiaberto (permite que o detento trabalhe ou estude fora durante o dia, retornando para dormir), é alvo de um mandado de prisão relacionado à morte de uma jovem em Juatuba, caso que segue sob investigação.
Vanessa foi encontrada morta, nessa terça-feira (10),
Homem teria confessado crime
A busca por Ítalo se intensificou após, de acordo com o Boletim de Ocorrência (BO), o homem confessou o crime por telefone, na presença dos militares.
Familiares relataram que, na segunda-feira (9), após o crime, ele chegou em casa com arranhões pelo corpo, sujo de barro e com manchas de sangue nas roupas. Em seguida, ele fugiu para Belo Horizonte.
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