As buscas pela
Segundo os militares, o local engloba uma “diversidade de ambientes”. “A topografia é variada, com presença de encostas íngremes e escorregadias, campos de pastagem e matas fechadas, o que dificulta a leitura térmica das câmeras dos drones”, afirmou a corporação.
A falta de referência sobre o destino da vítima obriga o planejamento das operações a abranger todos os raios do perímetro de busca, algo que também dificulta as buscas.
Chuvas intensas em momentos intermitentes também dificultam o trabalho das equipes.
Criança desaparecida
Alice Morais, de quatro anos, é autista não verbal e passava uma temporada na casa da avó. Ela desapareceu por volta de 14h30. Cerca de 97 populares iniciaram as buscas pela menina por volta das 15h e, sem sucesso, acionaram os Bombeiros, a Polícia Militar, a Polícia Civil e a Defesa Civil.
Os militares realizaram, nesta quinta-feira (29), buscas em uma área de mata que se estende até uma estrada próxima à residência da avó. Nenhum sinal da menina foi registrado.
Nesta sexta-feira (30), os agentes exploraram novas áreas e estenderam o perímetro de buscas.
Mãe teme rapto
Em conversa com a Itatiaia, a mãe de Alice, a secretária Karine Maciel Morais, de 24 anos, contou que a
Karine contou ainda que o sítio tem piscina e que Alice estava com roupa de banho, já que costuma ficar no local com frequência. A avó achou que ela tinha ido nadar, mas a neta não estava no espaço nem em outros locais do sítio.
“Acredito que ela foi para a estrada e alguém pegou. No mato, acho que ela não está, porque já procuramos em toda a região, até com drone”, disse.