A Justiça de Minas Gerais realizou nesta terça-feira (10) parte da primeira audiência que apura a
A sessão começou às 13h30 no 1º Tribunal do Júri Sumariante de BH, no Barro Preto, na Região Centro-Sul. O cronograma previa o depoimento de 14 testemunhas, sendo oito de acusação e seis de defesa, incluindo o pai da vítima.
No entanto, a sessão foi suspensa após o Ministério Público (MPMG) solicitar a oitiva de uma testemunha que não havia sido devidamente intimada.
A juíza Ana Carolina Rauen adiou para o dia 9 de abril o depoimento dessa última testemunha de acusação, além das oitivas das seis testemunhas de defesa e o interrogatório dos réus.
Além disso, a juíza abriu prazo para o MPMG se manifestar sobre o pedido de liberdade para o réu
Arthur Caique participou da sessão por videoconferência. William Gustavo de Jesus do Carmo responde ao processo em liberdade e compareceu presencialmente no tribunal.
Leia mais:
‘Perdi minha amiga’, diz pai de mulher trans assassinada na Savassi, em BH Mulher trans morta em BH relatou funcionário agressivo no Rei do Pastel
Em entrevista à Itatiaia, Tiago Lenoir, advogado da família de Alice, afirmou esperar que os réus “sejam pronunciados e, depois, levado a júri popular e condenados a uma pena robusta”.
O Ministério Público (MPMG)
Alice foi agredida na noite de 23 de outubro após deixar uma unidade do Rei do Pastel na Savassi, na Região Centro-Sul, onde os réus trabalhavam, acusada de não pagar uma conta de R$ 22. Ela foi espancada e morreu aos 33 anos em 9 de novembro por complicações dos ferimentos.