Calopsita desaparece na Savassi, em BH, e família lança campanha para encontrar pássaro
Animal desapareceu quando a tutora abriu a gaiola para trocar a ração: “estamos arrasados!”

Uma família na Savassi, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, procura por uma calopsita branca, conhecida como Amora, que sumiu na manhã desta segunda-feira (5). A advogada Gabriella Sallit, de 45 anos, tutora do animal, conta que a ave fugiu quando ela trocava a ração na gaiola, perto das 7h.
“A gente corta as peninhas da asa para ela não voar. Eu não sei o que aconteceu, não sei se ela desenvolveu as penas mais rápido. Eu sei que ela saiu assim e deu um rasante aqui na Avenida Brasil enorme”, explica Gabriella Sallit.
Mãe de quatro crianças, a advogada conta que todos ficaram muito arrasados com o desaparecimento do animal, que vive com eles desde novembro do ano passado. Para ampliar a divulgação, a família recorreu às redes sociais.
A mais nova da família, Maria Sallit, de 6 anos, aparece em vídeo divulgado no Instagram no qual faz um apelo: “Meu nome é Maria e perdi minha calopsita, que se chama Amora. Ela é branquinha e tem uma marquinha rosa. Se vocês acharem, mandem.”
Para facilitar os contatos e a divulgação, a família criou a conta no instagram nomeada “procurandoamora”. Outra forma de passar alguma informação sobre o paradeiro do animal é pelo telefone de contato (31) 98833 8280.
Além das redes sociais, cartazes e carros de som também fazem parte da campanha para encontrar a Amora. O animal vivia com a irmã, nomeada Pitanga, que também sente pela ausência da companheira de gaiola, segundo Sallit.
Possível paradeiro do animal
Gabriella Sallit comenta que um vizinho disse ter visto a calopsita em cima de uma árvore próxima a casa deles. “O meu vizinho viu ela num coqueiro aqui do lado, perto da minha casa, mas muito alto. Aí quando a gente chegou já não estava mais lá. Então nem temos certeza que era ela”, explica a advogada.
A esperança de Sallit é que o animal volte quando sentir fome. “Eu tô com a esperança que ela desça na hora que ela ficar com fome. Porque eu não acho que ela consegue pegar as coisas para comer. Tipo bicando fruta em árvore, por exemplo. Ela foi criada só à base de ração”, detalha a tutora do animal.
Jornalista formada pelo UniBH, é apaixonada pelo dinamismo do factual e pelo poder das histórias bem narradas. Com trajetória que inclui passagens pelo Sistema Faemg Senar, jornal Estado de Minas e g1 Minas, possui experiência em múltiplas plataformas e linguagens. Atualmente, integra a redação da Rádio Itatiaia, onde acompanha os principais acontecimentos de Minas Gerais, do Brasil e do mundo



