O temporal histórico que destruiu cidades na Zona da Mata deixou
De acordo com o balanço oficial do Governo de Minas, atualizado às 16h20 desta terça-feira (24), a tragédia soma 21 óbitos em Juiz de Fora e sete em Ubá.
Imagens aéreas mostram rastro de destruição em Juiz de Fora após fortes chuvas Vídeo: imagens aéreas mostram destruição em Ubá após fortes chuvas
Monitoramento 24h e estabilidade
A Vale informou que suas barragens no estado não sofreram alterações em suas condições de segurança, “sendo monitoradas 24 horas por dia, 7 dias por semana”.
Já a CSN Mineração detalhou que nenhuma de suas estruturas entrou em situação de alerta. A empresa destacou a situação da Barragem Casa de Pedra, em Congonhas.
“A Barragem Casa de Pedra permanece segura e estável. A estrutura foi construída pelo método a jusante e atende integralmente à legislação vigente, com a realização de auditorias externas independentes”, informou.
A mineradora também todas as estruturas da companhia possuem Declaração de Condição de Estabilidade (DCE) válida, sendo a mais recente emitida em setembro de 2025.
Segundo a nota, os laudos atestam segurança para cenários de chuvas superiores aos volumes registrados recentemente.
Medidas preventivas
Como protocolo padrão após chuvas intensas, a CSN informou que intensificou as inspeções de campo. O controle é feito por instrumentos geotécnicos de precisão, como medidores de vazão, indicadores de nível de água e inclinômetros, que seguem operando normalmente.
“A empresa reforça a importância de que a população busque informações apenas em fontes oficiais e confiáveis, como a Defesa Civil e os canais oficiais da companhia”, afirmou a CSN em nota.
Chuvas muito acima da média
A prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão (PT), afirmou na manhã desta terça-feira (24) que a cidade recebeu um volume de
Ubá registrou aproximadamente