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Veja tudo o que se sabe sobre os corpos encontrados em barco à deriva no Pará

Embarcação localizada em uma área conhecida como ‘Barra do Quatipuru’ tinha pelo menos 20 cadáveres em decomposição; PF e MPF investigam o caso

A localização de dezenas de corpos em decomposição em um barco à deriva no Pará repercute no Brasil e em todo o mundo desde o último sábado (13), quando a embarcação de grande porte foi encontrada por pescadores em Bragança, na região Nordeste do estado. A Polícia Federal abriu um inquérito, enquanto o Ministério Público Federal abriu outros dois inquéritos para investigar o caso.

Confira abaixo tudo o que se sabe sobre o caso dos corpos em decomposição encontrados em barco à deriva no Pará:

O que aconteceu?

Pelo menos 20 corpos em decomposição foram encontrados em um grande barco à deriva no litoral do Pará, na manhã deste sábado (13). A embarcação estava próximo à Ilha de Canelas, na cidade de Bragança, região Nordeste do estado e com acesso ao Oceano Atlântico.

Como o barco com os corpos em decomposição foi encontrado?

Pescadores que trabalhavam em alto mar, na Baía de Maiaú, localizaram a embarcação na manhã de sábado. Dentro do barco, estavam vários cadáveres em avançado estado de decomposição.

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Quem são as pessoas encontradas no barco no Pará?

Até o momento, não se sabe quem eram as pessoas que foram encontradas mortas no barco. Segundo o delegado da Polícia Civil Alexandre Calvinho, há a possibilidade das vítimas serem refugiados haitianos. A Polícia Federal (PF) ainda não informou o número exato de cadáveres encontrados.

Polícia Federal e MPF investigam o caso

A Polícia Federal (PF) assumiu o caso e abriu um inquérito para investigar para descobrir quem eram as pessoas encontradas mortas no barco à deriva no Pará e quais foram as causas da morte das vítimas. Peritos e papiloscopistas da sede da Polícia Federa, em Brasília (DF), vão participar da investigação do caso. Os cadáveres devem ser identificados por meio de protocolos de Identificação de Vítimas de Desastres (DVI).

Por outro lado, o Ministério Público Federal (MPF) abriu dois inquéritos para investigar o caso: um na área criminal, para apurar possíveis crimes cometidos e responsabilizar os autores; e um na área cível, focado na proteção de direitos e em questões de interesse público.


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Jornalista formado pela UFMG, com passagens pela Rádio UFMG Educativa, R7/Record e Portal Inset/Banco Inter. Colecionador de discos de vinil, apaixonado por livros e muito curioso.
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