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Soja recua em fevereiro e volta a patamares de 2024

Dólar mais fraco e expectativa de safra volumosa pressionam preços

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Demanda externa e incerteza climática elevam preços da soja
Desvalorização do dólar frente ao real diminui a competitividade da soja brasileira  • Pexels/Reprodução

A desvalorização do dólar frente ao real, que reduz a paridade de exportação e diminui a competitividade da soja brasileira em relação à norte-americana, pressionou as cotações da oleaginosa no encerramento de fevereiro.

Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) indica que o preço médio do grão no mês caiu e retornou aos patamares observados em 2024, em termos reais.

Apesar das adversidades climáticas registradas em importantes regiões produtoras, agentes consultados pelo Cepea seguem otimistas quanto ao volume final da safra. A perda de potencial produtivo em parte das lavouras do Sul e do Sudeste tende a ser compensada pelo bom desempenho das demais regiões, o que deve limitar impactos mais relevantes sobre a produção total do país.

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*Giulia Di Napoli colabora com reportagens para o portal da Itatiaia. Jornalista graduada pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), participou de reportagem premiada pela CDL/BH em 2022.