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Gripe aviária: impacto nas exportações é pequeno diante da demanda mundial, diz secretário

Segundo última atualização do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) 24 países adotaram as restrições totais da proteína brasileira

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João Ricardo Albanez, secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa)
João Ricardo Albanez, secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa) • Governo de Minas/ Divulgação

O foco de gripe aviária em granja comercial em Montenegro, no Rio Grande do Sul, causou a suspensão de alguns país às exportações brasileiras de carne de frango e ovos.

De acordo com a última atualização do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) nesta quarta-feira (28) 24 países adotaram as restrições totais do país. Enquanto outros 19 países suspenderam apenas no estado ou no município do foco.

Segundo o secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa), João Ricardo Albanez, o impacto é mínimo comparado a demanda mundial.

Durante a coletiva na manhã desta quarta-feira (28) para apresentar as medidas do governo de Minas diante do foco em ave silvestre em Mateus Leme, na Grande BH, o secretário destacou que o Brasil foi o último país com atividade avícola desenvolvida que confirmou um caso em granja comercial.

"O setor utiliza de tecnologias, da biossegurança, dos planos de contingenciamento para que essas unidades sejam preservadas. Apesar dos embargos que o país tem, a redução nas exportações ainda é muita pequena, cerca de 2% segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA)", disse Albanez.

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Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), Giullia Gurgel é repórter multimídia da Itatiaia. Atualmente escreve para as editorias de cidades, agro e saúde