A procura por
Do lado da oferta, produtores seguem cautelosos nas vendas, atentos às irregularidades climáticas registradas em parte do país. O déficit hídrico em áreas do Sul e do Nordeste mantém os produtores mais resistentes a negociar. Já no Sudeste, o excesso de chuvas interrompeu a colheita e reduziu a disponibilidade da oleaginosa.
Por outro lado, a valorização do real frente ao dólar, que diminui a competitividade da soja brasileira em relação à norte-americana, e a perspectiva de aumento na relação estoque/consumo limitaram avanços mais intensos nas cotações.
Apesar dos entraves climáticos, estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apontam produção recorde no Brasil, de 177,98 milhões de toneladas e 180 milhões de toneladas, respectivamente.