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Carne suína sobe mais que bovina e frango e perde competitividade no mercado

Valorização da carcaça suína em outubro supera a das proteínas concorrentes na Grande São Paulo; controle da oferta de animais para abate e demanda firme pela carne suína pressionam os preços

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Porquinho em pé, com o corpo voltado para a frente, em um ambiente de criação suinícola.
Valorização mais intensa da carne suína em outubro reduz a competitividade da proteína frente à carne bovina e ao frango resfriado. • Unsplash

A carne suína tem perdido competitividade frente à bovina e ao frango resfriado na Grande São Paulo, diante da alta mais intensa dos preços ao longo de outubro. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), as três proteínas registram valorização, mas o avanço da carcaça especial suína é mais expressivo.

De acordo com os pesquisadores, a alta da carne suína está relacionada ao maior controle da oferta de animais com peso ideal para abate por parte dos produtores, além da demanda mais firme pelo produto na ponta final da cadeia.

O frango resfriado também apresenta valorização, impulsionada pela procura mais aquecida na primeira quinzena do mês. Já os preços da carcaça casada bovina seguem firmes na Grande São Paulo e caminham para a terceira alta mensal consecutiva.

Segundo o Centro de Pesquisas, a demanda por carne bovina também ganhou força na primeira metade de outubro, acompanhando o movimento observado no mercado de frango resfriado, em meio às compras das famílias.

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*Giulia Di Napoli colabora com reportagens para o portal da Itatiaia. Jornalista graduada pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), participou de reportagem premiada pela CDL/BH em 2022.

 

 

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