Os cenários marinhos de
A ilha de Rarotonga, a maior das Ilhas Cook, reúne lagoas cristalinas, recifes repletos de vida marinha e uma cultura profundamente ligada ao oceano, elementos que lembram o universo criado pelo diretor James Cameron.
Um mundo subaquático
Cercada por um recife de corais, Rarotonga é considerada um dos melhores destinos do mundo para mergulho. As águas transparentes abrigam jardins de coral, tartarugas, tubarões-de-recife e cardumes coloridos.
Há mais de 30 pontos de mergulho ao redor da ilha, com profundidades que chegam a 30 metros antes de alcançar o mar aberto. A visibilidade elevada e a temperatura agradável da água atraem tanto iniciantes quanto fotógrafos subaquáticos.
Cultura moldada pelo mar
Assim como no filme, o oceano também define a história local. Séculos antes das grandes navegações europeias, povos polinésios já cruzavam o Pacífico em enormes canoas tradicionais, conhecidas como vaka, estabelecendo rotas que chegaram até a Nova Zelândia e a Ilha de Páscoa.
Hoje, essa herança segue viva nas danças, na música e nas experiências culturais oferecidas na ilha, como vilarejos tradicionais e mercados que aproximam visitantes da rotina da comunidade.
Natureza sob proteção
Rarotonga integra o parque marinho Marae Moana, criado para proteger uma vasta área do oceano ao redor das Ilhas Cook. A iniciativa busca equilibrar preservação ambiental e desenvolvimento econômico, em meio a discussões sobre mineração em alto-mar.
Entre lagoas azul-turquesa, trilhas que atravessam montanhas verdes e praias quase intocadas, a ilha oferece uma versão real do cenário que inspirou o cinema.