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Museu de Arte Moderna de São Paulo reabre no Parque Ibirapuera após reformas

Museu retoma atividades em setembro com nova edição do Panorama da Arte Brasileira

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Museu de Arte Moderna de São Paulo
Museu de Arte Moderna de São Paulo • Divulgação/MAM

O Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) voltará a funcionar em sua sede no Parque Ibirapuera após dois anos fechado por causa das obras de restauração da marquise do complexo.

A reabertura será celebrada com uma festa para convidados em 18 de agosto e contará com show de Marina Lima, apresentações de DJs convidados e o lançamento de uma obra inédita da artista Carmela Gross, criada especialmente para o Clube de Colecionadores do museu. A cenografia será assinada pelo diretor teatral José Possi Neto.

Os ingressos para o evento beneficente custam R$ 6 mil por pessoa e incluem jantar e festa. Segundo o museu, os recursos arrecadados serão destinados ao financiamento das atividades artísticas, educativas e culturais da instituição.

Abertura ao público

A retomada da visitação ao público está prevista para 12 de setembro. A reestreia do museu será marcada pela abertura da "39ª edição do Panorama da Arte Brasileira: Depois que tudo foi dito".

Realizada a cada dois anos, a mostra é uma das mais tradicionais do calendário nacional de arte contemporânea. Com curadoria de Diane Lima, a exposição aborda os impactos das políticas afirmativas e das discussões sobre reparação racial na produção artística brasileira contemporânea.

Melhorias na infraestrutura

Durante o período em que permaneceu fechado, o MAM passou por melhorias na infraestrutura e na requalificação dos espaços internos. A reabertura marca o início de uma nova fase para o museu, que promete ampliar sua programação de exposições, atividades educativas e eventos culturais.

Fundado em 1948, o Museu de Arte Moderna de São Paulo reúne um acervo com mais de 5 mil obras, principalmente de artistas brasileiros dos séculos XX e XXI. O edifício foi projetado por Oscar Niemeyer e adaptado por Lina Bo Bardi em 1982.

Além das galerias de exposição, o espaço conta com biblioteca, auditório, ateliê, restaurante e loja.

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Jornalista pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atualmente, é repórter multimídia no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Antes passou pela TV Alterosa. Escreve, em colaboração com a Itatiaia, nas editorias de entretenimento e variedades.