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Levantamento da Câmara de Comércio Brasil-Canadá aponta que vendas somaram US$ 5,69 bilhões até setembro de 2026, impulsionadas pela busca por ativos seguros e pela diversificação da pauta exportadora
Reação nas vendas externas traz alívio às cotações do cereal gaúcho, mas produtores enfrentam atrasos na semeadura regional e gargalos financeiros para a próxima safra
Impulsionados pela forte demanda internacional, embarques cresceram em setembro e dobraram frente a 2025; encarecimento do milho e da soja derruba o poder de compra dos piscicultores e eleva a pressão sobre a indústria
Enquanto o equilíbrio entre oferta e demanda manteve as cotações firmes no mercado interno, os embarques ao exterior voltaram a crescer e somaram 1.397 toneladas no mês, aponta Cepea
País embarcou 3,89 milhões de sacas impulsionado pela forte retomada das compras dos EUA; no entanto, menor qualidade do arábica, avanço do conilon e retração nas cotações internacionais reduziram a receita mensal em 7,1%
Fim das incertezas tarifárias e inclusão do café solúvel na lista de exceções tributárias impulsionaram os embarques para o mercado norte-americano, que já responde por 13,1% de todas as exportações brasileiras do grão no acumulado do ano
Embora o volume embarcado tenha atingido 203,2 mil toneladas entre julho e setembro, o faturamento caiu e somou US$ 489,7 milhões, pressionado pela oscilação de preços. América do Norte lidera as compras
Setor movimenta US$ 5,86 milhões no mês impulsionado pelo avanço em novos mercados. Descontada a demanda extraordinária dos EUA no ano passado, exportações do setor crescem 51,4% no acumulado de 2026, aponta a ABPA
Apesar da salvaguarda chinesa e da interrupção do fluxo para a União Europeia, a alta nas remessas para EUA, Chile e Indonésia ajudou a amenizar queda no mês; no acumulado do ano, receita cresce 14,1%, com US$ 14,17 bilhões
Faturamento cresce 8,2% em um ano; exportações avançam 24,1% em valores e Minas Gerais lidera arrecadação da CFEM
Custo Brasil elevado encarece produtos nacionais e dificulta a disputa com concorrentes internacionais
Agronegócio de Minas Gerais projeta expansão sustentada nas vendas externas, impulsionada pela valorização das commodities e pela ampliação de mercados
Painel Agro da FGV destaca força do setor alimentício em meio à desaceleração interna
Produção robusta impulsiona vendas externas de produtos básicos e amplia presença global
China é o principal comprador de mercadorias comercializadas por empresas mineiras
 

 

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