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Adeus, cama box: gavetas embaixo do colchão substituem móveis e viram tendência

Descubra como o modelo com gavetas aproveita o espaço sob o colchão, reduz a necessidade de outros móveis e transforma a organização do quarto sem ocupar área extra

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A área sob a cama costuma acumular poeira e objetos esquecidos. Mas existe uma forma de transformar esse espaço em solução de armazenamento que pode até dispensar uma cômoda no quarto.

A cama com gavetas está mudando a maneira como as pessoas organizam os dormitórios. Em vez de servir apenas para dormir, o móvel passa a guardar roupas de cama, cobertores, toalhas e objetos usados com menos frequência, tudo isso sem ocupar área adicional no ambiente.

Por que as gavetas superam o modelo tradicional de baú

Ao contrário das camas com baú, onde é preciso levantar o colchão inteiro para acessar o que está guardado, as gavetas permitem abrir apenas um compartimento específico.

Cada gaveta pode receber um tipo diferente de objeto. Uma pode guardar roupas de cama, outra armazena cobertores e uma terceira organiza malas pequenas ou objetos sazonais.

Essa divisão facilita encontrar o que você procura sem mexer em tudo. O acesso direto pelas laterais ou pelos pés da cama torna o uso mais prático no dia a dia.

Como o móvel resolve o problema de espaço em quartos compactos

Em dormitórios pequenos, cada centímetro conta. A cama com gavetas aproveita uma área que normalmente ficaria vazia, sem adicionar nenhum móvel extra ao ambiente.

O resultado pode ser a redução ou até eliminação de outros espaços de armazenamento. Em alguns projetos, a estrutura dispensa completamente uma cômoda ou diminui o número de módulos necessários no guarda-roupa.

Quartos estreitos podem ter gavetas instaladas apenas de um lado para preservar a circulação. Já em espaços maiores, o projeto aproveita também a região dos pés da cama para maximizar o armazenamento.

Cabeceira integrada amplia as funções do móvel

Alguns modelos vão além das gavetas embaixo do colchão. A estrutura pode incluir uma cabeceira com nichos ou prateleiras integradas.

Com isso, a cama concentra múltiplas funções em um único móvel. Livros, despertador, carregadores e objetos pessoais ganham espaço organizado sem precisar de criado-mudo adicional.

O resultado deixa o quarto visualmente mais leve, especialmente quando o espaço já conta com muitos móveis. A integração reduz a quantidade de peças soltas no ambiente.

Cinco cuidados técnicos antes de comprar

O modelo exige atenção a alguns detalhes práticos. O primeiro ponto é conferir o espaço disponível nas laterais e nos pés da cama para que as gavetas abram completamente.

O material da estrutura e a qualidade das corrediças determinam a durabilidade do móvel. Corrediças telescópicas facilitam a abertura e permitem acessar melhor o interior das gavetas, diferentemente de sistemas mais simples.

A altura total da estrutura também merece atenção. Modelos muito altos podem prejudicar o conforto ao entrar ou sair da cama, especialmente para pessoas com mobilidade reduzida ou crianças.

Verifique se o peso do colchão e da estrutura está dentro da capacidade das corrediças. Gavetas sobrecarregadas podem emperrar ou quebrar ao longo do tempo.

Por fim, considere a configuração do quarto: paredes próximas, portas que abrem para dentro e outros móveis podem limitar onde posicionar as gavetas. Meça tudo antes de decidir o modelo.

A tendência de móveis multifuncionais para os próximos anos

A busca por móveis que acumulam mais de uma função acompanha a necessidade crescente de aproveitar melhor ambientes compactos. Apartamentos menores e o custo por metro quadrado tornam cada espaço mais valioso.

A cama com gavetas une descanso e armazenamento sem acrescentar móveis ao quarto. Em vez de ocupar área apenas com o local para dormir, o ambiente ganha capacidade para guardar roupas, cobertores e objetos do cotidiano.

Essa combinação de praticidade, organização e aproveitamento inteligente de espaço coloca o modelo entre as escolhas preferidas para projetos residenciais dos próximos anos. A tendência reflete uma mudança no modo como as pessoas planejam e usam seus dormitórios.

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