Médico mineiro cria abdominoplastia sem cicatriz visível e com menos tempo de recuperação
Em entrevista à Itatiaia, Leonardo Duque explicou sua técnica e falou qual tipo de paciente pode realizá-la

Uma das cirurgias plásticas mais procuradas, a abdominoplastia é um procedimento realizado há cerca de 50 anos que visa a remoção da gordura corporal e da flacidez da pele para remodelar a região abdominal.
O médico mineiro Leonardo Duque, de 37 anos, desenvolveu uma técnica que evita grandes cicatrizes e proporciona uma menor recuperação a pacientes que realizaram a abdominoplastia.
“Essa técnica que inventei visa a combinação de fios de PDS [fios de sutura absorvíveis] para sustentação da parede abdominal e uso do Renuvion ou argoplasma, que são tecnologias de plasma de radiofrequência que promovem a retração da pele e estímulo do colágeno”, detalha.
“Como não tem grandes incisões ou retiradas de pele, o desconforto dos pacientes é geralmente menor. Isso reduz, em parte, o risco de complicação relacionado à cicatrização”, afirma.
O médico ressalta que a abordagem é recomendada para quem tem flacidez leve ou moderada e um tônus muscular bom. A técnica é contraindicada para os seguintes perfis de pacientes:
- Pessoas que já fizeram lipoaspiração ou outra abdominoplastia;
- Quem tem diástase — separação da musculatura abdominal — muito grande;
- Casos de flacidez severo com excesso de pele.
Jornalista formado pela Newton Paiva. É repórter da rádio Itatiaia desde 2013, com atuação em todas editorias. Atualmente, está como editor de Cidades, Brasil e Mundo.
Repórter no portal da Itatiaia. Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).












