Maioria dos estados brasileiros estão em nível de alerta ou risco para SRAG
Somente três estados estão fora da lista de alerta, risco ou alto risco para síndrome respiratória aguda grave

A maioria dos estados brasileiros e o Distrito Federal apresentam incidência de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em nível de alerta, risco ou alto risco, segundo boletim InfoGripe da Fiocruz divulgado nesta quarta-feira (29). Somente o Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul estão fora da lista.
Os dados do levantamento são referentes ao período de 19 a 25 de abril, equivalente à semana epidemiológica 16. A instituição também alerta para os casos de SRAG causados pelo vírus sincicial respiratório (VSR), que seguem aumentando nos estados a seguir:
- Acre
- Alagoas
- Amapá
- Bahia
- Ceará
- Distrito Federal
- Minas Gerais
- Espírito Santo
- Mato Grosso do Sul
- Pará
- Pernambuco
- Paraná
- Paraíba
- Rio de Janeiro
- Rio Grande do Norte
- Rio Grande do Sul
- Santa Catarina
- Sergipe
- São Paulo
Os estados do Amazonas, Mato Grosso, Rondônia e Roraima apresentam sinal de queda. Já Goiás, Maranhão e Tocantins têm indícios de estabilidade.
Ao longo de 2026, a maioria dos casos positivos de infecções respiratórias foi causada por rinovírus, somando 38,3% das ocorrências. Em seguida, estão os vírus da influenza A (26,4%), vírus sincicial respiratório (21,5%), covid-19 (8,5%) e influenza B (1,9%).
Neste ano, foram registradas 1.960 mortes por síndrome respiratória aguda grave, sendo que em 43,5% dos casos foi confirmada infecção por algum vírus respiratório. A maioria dos óbitos foi causada por influenza A, responsável por 39,1% das ocorrências. Em seguida, estão a covid-19 (27,9%), o rinovírus (22,2%), o VSR (5,8%) e a influenza B (3,2%).
Formada em Jornalismo pela Puc Minas, Paula Arantes produziu inicialmente conteúdos para as editorias Minas Gerais, Brasil, Mundo, Orações e Entretenimento no portal da Itatiaia. Atualmente, colabora com a editoria Meio Ambiente. Antes, passou pelo jornal Estado de Minas.



