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Hipertensão silenciosa: hábito simples pode ajudar a evitar infarto e AVC

Medir a pressão regularmente e mudar pequenos hábitos do dia a dia são atitudes que ajudam a detectar o problema cedo e reduzir riscos cardiovasculares

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pressao arterial hipertensao pressao alta • Freepik

A hipertensão arterial continua sendo uma das doenças mais perigosas e silenciosas do mundo. Em muitos casos, ela não provoca sintomas claros, mas pode aumentar de forma significativa o risco de infarto, acidente vascular cerebral (AVC), insuficiência renal e outras complicações graves.

Especialistas alertam que um hábito simples pode fazer diferença na prevenção: medir a pressão arterial regularmente, mesmo quando a pessoa se sente bem. A recomendação ganhou destaque em uma nova campanha de conscientização realizada na Argentina, que busca incentivar a população a acompanhar os próprios índices de pressão e adotar uma rotina mais saudável.

Segundo médicos ouvidos por uma reportagem do site Infobae, muitas pessoas descobrem a hipertensão apenas depois de uma emergência médica. Por isso, o monitoramento frequente é considerado essencial para identificar alterações antes que o organismo apresente danos mais sérios.

A pressão alta costuma evoluir de maneira silenciosa e pode afetar o coração, o cérebro, os rins e os vasos sanguíneos ao longo do tempo. Entre os fatores que contribuem para o problema estão excesso de sal na alimentação, sedentarismo, obesidade, estresse, consumo de álcool e tabagismo.

Os especialistas também reforçam a importância de mudanças simples na rotina. A prática regular de atividade física, a melhora da alimentação, a redução do consumo de ultraprocessados e o controle do peso corporal estão entre as medidas mais eficazes para reduzir os riscos cardiovasculares.

Outro ponto destacado pelos profissionais é que o controle da pressão não deve acontecer apenas em pessoas idosas. Jovens e adultos também precisam acompanhar os índices periodicamente, já que a hipertensão pode surgir em diferentes faixas etárias.

Além dos exames médicos, aparelhos digitais domésticos passaram a ser vistos como aliados importantes no acompanhamento diário. Porém, os resultados devem ser avaliados por profissionais de saúde para um diagnóstico correto.

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Jornalista graduado com ênfase em multimídia pelo Centro Universitário Una. Com mais de 10 anos de experiência em jornalismo digital, é repórter do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Antes, foi responsável pelo site da Revista Encontro, e redator nas agências de comunicação Duo, FBK, Gira e Viver.