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Dieta sem carne tem ação protetora para o cérebro e beneficia microbiota intestinal, aponta estudo

Apesar dos benefícios, é necessário se atentar para compensar a falta das vitaminas presente nas carnes, como a vitamina B12 e o ômega-3

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Salada caprese de melancia
Salada caprese de melancia • Freepik

Um novo estudo publicado no periódico científico "Nutrientes" demonstrou que uma dieta sem carne tem efeitos neuroprotetores. A pesquisa mostrou que comer somente verduras, legumes, frutas, grãos e sementes ajudam a combater inflamações capazes de desencadear danos em estruturas do cérebro.

O que comem os veganos e os vegetarianos?

Entre os veganos, há total exclusão de carnes, peixes, leite e derivados, ovos, mel, por exemplo. Já os vegetarianos não comem carne vermelha, porém alguns adeptos consomem ovos, lácteos e até pescados. Tem também os chamados flexitarianos, que optam por reduzir a ingestão de alimentos de origem animal, mas permitem que esse tipo de comida entre no prato eventualmente.

Para todos esses grupos, a atenção deve ser redobrada a fim de suprir as necessidades nutricionais. No estudo da Nutrients, que aborda a proteção neurológica, são mencionados a vitamina B12, o ômega-3 e outros nutrientes, que podem ser repostos com vitaminas. Outro nutriente que requer cuidado é o ferro. Se há carência, a anemia pode dar as caras, desencadeando indisposição, a carne bovina é uma das grandes fornecedoras. Feijões e as folhas verde-escuras também oferecem o mineral.

*Com informações de Agência Einstein

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Formada em Jornalismo pela Puc Minas, Paula Arantes produziu inicialmente conteúdos para as editorias Minas Gerais, Brasil, Mundo, Orações e Entretenimento no portal da Itatiaia. Atualmente, colabora com a editoria Meio Ambiente. Antes, passou pelo jornal Estado de Minas.

 

 

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