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Casos de síndrome respiratória aguda grave seguem em queda no Brasil, diz Fiocruz

Boletim Infogripe divulgado nesta quinta-feira (30) revela que somente três estados seguem em níveis de alerta

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País registrou aumento de SRAG em crianças
Maioria dos casos são crianças com VSR • Reprodução

O número de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) segue em queda no Brasil, segundo o novo boletim Infogripe, da Fiocruz, divulgado nesta quinta-feira (30). Apenas três das 27 unidades federativas do país apresentam incidência da doença em nível de alerta, risco ou alto risco, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo.

A queda nos registros de SRAG é motivada principalmente pela diminuição das hospitalizações pelo vírus sincicial respiratório (VSR). Em algumas regiões do Brasil, também houve redução nas internações por influenza A e B.

Somente o Maranhão, Rio Grande do Sul e Santa Catarina seguem em alerta. Entre os registros da síndrome, as crianças são as principais vítimas.

No Maranhão, a alta nos casos de SRAG está relacionada principalmente ao VSR, em crianças, e à covid-19 em idosos. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, os vírus influenza B, rinovírus e metapneumovírus têm contribuído para o aumento de casos de síndrome respiratória aguda grave.

A maioria dos estados que apresentou queda nos casos de SRAG na última edição do Infogripe atingiu níveis de segurança ou baixo risco. É o caso de estados do Nordeste (Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte), do Norte (Pará, Rondônia e Tocantins), do Sudeste (São Paulo e Espírito Santo) e também do Distrito Federal.

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Formada em Jornalismo pela Puc Minas, Paula Arantes produziu inicialmente conteúdos para as editorias Minas Gerais, Brasil, Mundo, Orações e Entretenimento no portal da Itatiaia. Atualmente, colabora com a editoria Meio Ambiente. Antes, passou pelo jornal Estado de Minas.

 

 

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