Zema afirma que Nunes Marques teve 'sensibilidade' ao adiar prazo da discussão da dívida de Minas
Prorrogação evita que Minas Gerais tenha que pagar R$ 8 bilhões em 2024, e R$ 22 bilhões em 2025; total da dívida está avaliado em R$ 165 bilhões

O governo de Minas Gerais agradeceu a "sensibilidade" do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Nunes Marques, por deferir a liminar que prorrogou a suspensão do pagamento das parcelas da dívida do Estado com a União. A decisão, publicada nesta quinta-feira (1°), será adiada para o dia 28 de agosto.
Marques destacou que é preciso "privilegiar a busca por uma solução consensual entre os entes políticos, sobretudo em virtude da possibilidade de homologação de acordo nos autos".
Segundo a nota do Governo de Minas, a decisão do ministro garantiu, momentaneamente, que o Estado não entre em colapso financeiro. A prorrogação evita que Minas Gerais tenha que arcar com o pagamento de R$ 8 bilhões em 2024, e R$ 22 bilhões em 2025, referentes a parte da dívida — atualmente avaliada em R$ 165 bilhões. A atual gestão do Governo de Minas reforça que segue realizando os pagamentos da dívida.
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"O Governo de Minas agradece o empenho dos deputados estaduais e do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Tadeu Martins, por se colocarem de prontidão, no primeiro dia de retorno do recesso legislativo, para possível votação do RRF (Regime de Recuperação Fiscal), caso se fizesse necessário", acrescenta o comunicado.
Mestrando em Comunicação Social na UFMG, é graduado em Jornalismo pela mesma Universidade. Na Itatiaia, é repórter de Cidades, Brasil e Mundo



