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Vereadores protocolam projeto sobre inclusão a alunos com necessidades educacionais especiais em escolas de BH

Ideia é criar atendimentos especiais para crianças que têm condições como autismo, TDAH, altas habilidades, entre outras

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Projeto de lei prevê teste de autismo obrigatório em crianças com 2 anos | CNN Brasil
Projeto de lei prevê teste de autismo obrigatório em crianças com 2 anos | CNN Brasil • Créditos: CNN Brasil

Uma frente parlamentar da Câmara de Vereadores de Belo Horizonte protocolou um projeto de lei nesta quarta-feira (25) que prevê o Marco Regulatório da Educação Inclusiva em Belo Horizonte. A proposta busca melhorias no direito à educação para estudantes com deficiência, autismo, altas habilidades e outras condições, como TDAH, dislexia e dislalia.

O texto ainda passará pelas comissões temáticas da Câmara Municipal antes de ser colocado em plenário.

Frente parlamentar

A Frente Parlamentar formada pelos nove vereadores foi criada no início do mês reação ao que classificam como uma escalada de projetos “vazios, inconstitucionais e polêmicos” na Câmara Municipal de Belo Horizonte.

A iniciativa é presidida por Loíde Gonçalves e tem Marcela Trópia como vice.

“Queremos devolver à Câmara o seu papel central: discutir a cidade com responsabilidade, com escuta e com base técnica. A política precisa voltar a fazer sentido para o cidadão”, disse Loíde.

“Essa Frente nasceu para apresentar soluções concretas para os desafios reais de Belo Horizonte. O protocolo desse PL é a prova de que estamos aqui para trabalhar com seriedade e foco”, afirmou Trópia.

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Graduado em jornalismo e pós graduado em Ciência Política. Foi produtor e chefe de redação na Alvorada FM, além de repórter, âncora e apresentador na Bandnews FM. Finalista dos prêmios de jornalismo CDL e Sebrae.