TSE rejeita ação e mantém mandato de Jorge Seif (PL-SC)
Ministros consideram insuficientes as provas sobre uso de aeronaves da Havan

O Tribunal Superior Eleitoral rejeitou nesta quinta-feira (12), por unanimidade, o recurso apresentado por uma coligação adversária e manteve o mandato do senador Jorge Seif (PL-SC). Ele era acusado de abuso de poder econômico nas eleições de 2022.
Prevaleceu o entendimento do relator, ministro Floriano de Azevedo Marques, que votou pela rejeição do pedido de cassação. Segundo ele, não há prova robusta de que o parlamentar tenha se beneficiado de forma irregular da estrutura de empresas durante a campanha.
“A despeito da existência de indícios, entendo que a prova para a cassação há de ser mais forte e indene de dúvidas”, afirmou o relator.
Também seguiram o relator os ministros Estela Aranha, Nunes Marques, André Mendonça, Antonio Carlos Ferreira e Ricardo Villas Bôas Cueva.
Com a decisão unânime, o processo é arquivado e o senador permanece no cargo.
Nota
Em nota divulgada após o julgamento, Seif afirmou que o processo o fez passar por “provações como homem público e como ser humano” e declarou que o TSE confirmou que não houve irregularidade.
“Hoje, o Tribunal Superior Eleitoral confirma aquilo que Santa Catarina já havia reconhecido por unanimidade no Tribunal Regional Eleitoral: não houve irregularidade. Não houve crime. Houve uma eleição legítima, fruto do voto livre e soberano do povo catarinense”, disse o senador.
Supervisor da Rádio Itatiaia em Brasília, atua na cobertura política dos Três Poderes. Mineiro formado pela PUC Minas, já teve passagens como repórter e apresentador por Rádio BandNews FM, Jornal Metro e O Tempo. Vencedor dos prêmios CDL de Jornalismo em 2021 e Amagis 2022 na categoria rádio
Repórter de política em Brasília, com foco na cobertura dos Três Poderes. É formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB) e atuou por três anos na CNN Brasil, onde integrou a equipe de cobertura política na capital federal. Foi finalista do Prêmio de Jornalismo da Confederação Nacional do Transporte (CNT) em 2023.




