Qual o papel da oposição nas eleições do Congresso?
Objetivo de candidaturas minoritárias é marcar posição contra os acordos feitos pelos grandes partidos

Apesar de as eleições no Congresso Nacional já estarem praticamente definidas, parlamentares tentam barrar o favoritismo de Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União-AP).
Candidaturas desse tipo são comuns em toda eleição e servem para que um grupo ou partidos menores marquem posição contra a candidatura majoritária. A intenção dos parlamentares é usar os minutos destinados aos candidatos para defender suas ideologias e se mostrar aos eleitores em um momento de atenção às atividades do Congresso.
Parte dos compromissos também são defendidos por Eduardo Girão (Novo-CE), Marcos do Val (Podemos-ES) e Astronauta Marcos Pontes (PL-SP), que lançou uma candidatura independente, apesar do apoio do PL a Alcolumbre.
Já o deputado Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ), outro postulante à sucessão de Arthur Lira (PP-AL), defende que o cargo não condiz com “a barganha política imoral que beneficia aliados do presidente em detrimento da legalidade”. O PSOL tem um histórico de lançar candidatos em todas as eleições.
Repórter de política em Brasília. Formado em jornalismo pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), chegou na capital federal em 2021. Antes, foi editor-assistente no Poder360 e jornalista freelancer com passagem pela Agência Pública, portal UOL e o site Congresso em Foco.



