Votação de projeto ‘anti-Oruam’ é marcada por confusão entre assessores na Câmara de BH

A presidente da sessão, vereadora Fernanda Pereira Altoé (Novo), chegou a ameaçar suspender a atuação dos assessores envolvidos no empurra-empurra com 30 dias de suspensão

Confusão ocorreu nas galerias da Câmara Municipal de Belo Horizonte

Em meio a discursos inflamados sobre o projeto que proíbe o financiamento de shows, artistas e eventos abertos ao público que envolvam apologia ao crime organizado ou ao uso de drogas, conhecido como PL “anti-Oruam”, de autoria do vereador Vile (PL), assessores de parlamentares à esquerda e à direita protagonizaram uma confusão nas galerias do Plenário da Câmara Municipal na tarde desta sexta-feira (13).

A presidente da sessão, vereadora Fernanda Pereira Altoé (Novo), chegou a ameaçar suspender a atuação dos assessores envolvidos no empurra-empurra com 30 dias de suspensão. “Quem tá pensando em arrumar confusão é melhor ir separando aí em cima, viu gente”, disse a parlamentar, que é a primeira vice-presidente da Casa.

O projeto ficou conhecido como “Anti-Oruam” em referência ao cantor Mauro Davi dos Santos, conhecido como Oruam, que é filho de Marcinho VP, líder do Comando Vermelho no Rio de Janeiro.

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Jornalista formado pela UFMG, Bruno Nogueira é repórter de Política, Economia e Negócios na Itatiaia. Antes, teve passagem pelas editorias de Política e Cidades do Estado de Minas, com contribuições para o caderno de literatura.

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