Plenário do Senado aprova e projeto em reação às tarifas de Trump vai à Câmara
Aprovado por unanimidade, texto autoriza o governo a adotar contramedidas às restrições econômicas impostas ao Brasil

O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (1º), por unanimidade, o projeto que cria a Lei da Reciprocidade Econômica. A decisão ocorre na véspera do anúncio de um “tarifaço” que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve adotar contra outros países. A medida pode afetar o Brasil, que já teve as exportações de aço e alumínio taxadas pelo republicano.
Agora, o texto deve ser votado na Câmara dos Deputados, o que deve acontecer amanhã. Aprovada na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) na manhã desta terça, a proposta teve a tramitação acelerada a partir de uma articulação que uniu governo e oposição.
“Essa lei, ela é uma lei que não é só para os Estados Unidos, ela contempla todos os mercados com que o Brasil faz comércio exterior, que vende sua mercadoria. E ela é uma lei que não é para ser, ela não é uma retaliação, ela é uma proteção quando os produtos brasileiros forem retaliados”, disse a relatora do texto, senadora Tereza Cristina (PP-MS).
O projeto determina que a Câmara de Comércio Exterior (Camex), ligada à Presidência da República, adote contramedidas em reação às restrições econômicas impostas ao Brasil. Entre as sanções previstas estão taxações adicionais, suspensão de concessões e bloqueios a remessas de royalties.
Repórter de política em Brasília. Formado em jornalismo pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), chegou na capital federal em 2021. Antes, foi editor-assistente no Poder360 e jornalista freelancer com passagem pela Agência Pública, portal UOL e o site Congresso em Foco.
Supervisor da Rádio Itatiaia em Brasília, atua na cobertura política dos Três Poderes. Mineiro formado pela PUC Minas, já teve passagens como repórter e apresentador por Rádio BandNews FM, Jornal Metro e O Tempo. Vencedor dos prêmios CDL de Jornalismo em 2021 e Amagis 2022 na categoria rádio
Jornalista com trajetória na cobertura dos Três Poderes. Formada pelo Centro Universitário e Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb), atuou como editora de política nos jornais O Tempo e Poder360. Foi finalista do Prêmio CNT de Jornalismo em 2025. Atualmente, é coordenadora de conteúdo na Itatiaia.





