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PGR defende eleição direta para governador no Rio

A manifestação da PGR ocorre um dia antes do julgamento marcado no Supremo Tribunal Federal (STF) para debater o tema

Por e , Brasília
Procurador geral da República, Paulo Gonet, durante julgamento no STF
Procurador geral da República, Paulo Gonet, durante julgamento no STF • Antonio Augusto/STF

A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu nesta terça-feira (7) a realização de uma eleição direta para a escolha do novo governador do Rio de Janeiro. A manifestação da PGR ocorre um dia antes do julgamento marcado no Supremo Tribunal Federal (STF) para discutir o tema.

O caso foi levado ao STF após o ex-governador do estado Claudio Castro ter sido condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em ação do Ministério Público, por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.

O governo do estado está sob comando do presidente do Tribunal de Justiça, o desembargador Ricardo Couto. Castro deixou o cargo em 23 de março, um dia antes de o Tribunal Superior Eleitoral retomar o julgamento que resultou na cassação de seu mandato e na inelegibilidade por oito anos.

Julgamento no STF

O caso começou a ser julgado no plenário virtual da Corte. A maioria dos ministros já votou a favor do entendimento de que a votação tem que ser secreta na eleição indireta. Os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Flavio Dino e Cristiano Zanin abriram uma divergência e defenderam eleição direta.

Eles entenderam que houve desvio de finalidade na renúncia de Cláudio Castro na véspera do julgamento do TSE que o tornou inelegível por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.

Após todos os votos, o ministro Cristiano Zanin retirou o seu e pediu para que o julgamento do caso ocorra em conjunto com uma segunda ação do PSD.

Agora, com isso, a decisão dos ministros será divulgada após o julgamento nesta quarta (8).

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Jornalista com trajetória na cobertura dos Três Poderes. Formada pelo Centro Universitário e Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb), atuou como editora de política nos jornais O Tempo e Poder360. Foi finalista do Prêmio CNT de Jornalismo em 2025. Atualmente, é coordenadora de conteúdo na Itatiaia na capital federal.

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Repórter de política em Brasília, com foco na cobertura dos Três Poderes. É formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB) e atuou por três anos na CNN Brasil, onde integrou a equipe de cobertura política na capital federal. Foi finalista do Prêmio de Jornalismo da Confederação Nacional do Transporte (CNT) em 2023.