PF bloqueia R$ 52 bilhões em operação contra Castro e dono da Refit
Investigação apura suspeitas de fraudes fiscais, ocultação de patrimônio e envio irregular de dinheiro ao exterior envolvendo empresas do setor de combustíveis

A Justiça determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 52 bilhões em ativos financeiros durante a Operação Sem Refino, deflagrada pela Polícia Federal nesta sexta-feira (15). A PF também cumpre mandados de busca e apreensão contra o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, e contra o empresário Ricardo Magro, dono da Refit, que foi incluído na Difusão Vermelha da Interpol.
A medida faz parte de uma investigação que apura suspeitas de ocultação de patrimônio, envio irregular de recursos ao exterior e fraudes fiscais envolvendo um grupo do setor de combustíveis.
Segundo a Polícia Federal, as empresas investigadas seriam usadas para esconder bens e movimentações financeiras, além de operar estruturas societárias consideradas suspeitas. A operação também investiga possíveis irregularidades ligadas à atuação de uma refinaria vinculada ao grupo.
Além do bloqueio bilionário, foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão e sete medidas de afastamento de função pública nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).
A Justiça também determinou a suspensão das atividades econômicas das empresas investigadas. De acordo com a PF, a investigação faz parte das apurações da ADPF 635/RJ, que investigam a atuação de organizações criminosas e possíveis conexões com agentes públicos no Rio de Janeiro. A operação contou com apoio técnico da Receita Federal.
Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), já trabalhou na Record TV e na Rede Minas. Atualmente é repórter multimídia e apresenta o Tá Sabendo no Instagram da Itatiaia.
Yuri Cavalieri é jornalista e pós-graduado em política e relações internacionais. Tem mais de 13 anos de experiência em rádio e televisão. É correspondente da Itatiaia em São Paulo. Formado pela Universidade São Judas Tadeu, na capital paulista, começou a carreira na Rádio Bandeirantes, empresa na qual ficou por mais de 8 anos como editor, repórter e apresentador. Ainda no rádio, trabalhou durante 2 anos na CBN, como apurador e repórter. Na TV, passou pela Band duas vezes. Primeiro, como coordenador de Rede para os principais telejornais da emissora, como Jornal da Band, Brasil Urgente e Bora Brasil, e repórter para o Primeiro Jornal. Em sua segunda passagem trabalhou no núcleo de séries e reportagens especiais do Jornal da Band.

