Messias se reúne com Lula após ser rejeitado para vaga no STF
Indicado do próprio presidente, Messias foi rejeitado por 42 votos a 34. Ele precisava de ao menos 41 dos 81 senadores

O advogado-geral da União, Jorge Messias, se reuniu com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no Palácio da Alvorada, nesta quarta-feira (29), após ter o nome rejeitado para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).
Indicado do próprio presidente Lula, Messias foi rejeitado por 42 votos a 34. Ele precisava de ao menos 41 dos 81 senadores, a maioria absoluta. A votação foi secreta.
Também participam da reunião com Lula o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), e o ministro da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, José Guimarães.
Rejeição no Senado
O Senado Federal rejeitou nesta quarta-feira, após 8 horas de sabatina, a indicação de Jorge Messias para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal. A decisão foi confirmada em votação no plenário da Casa, etapa final do processo de análise.
Trata-se da primeira vez desde 1894 que os senadores rejeitam uma indicação do presidente da República ao Supremo.
Com a rejeição, o presidente Lula terá que enviar um novo nome para ocupar a vaga deixada por Luis Roberto Barroso no Supremo, que precisa do aval do Senado para assumir.
Mais cedo, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou a indicação de Messias por 16 votos a 11.
Jornalista com trajetória na cobertura dos Três Poderes. Formada pelo Centro Universitário e Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb), atuou como editora de política nos jornais O Tempo e Poder360. Foi finalista do Prêmio CNT de Jornalismo em 2025. Atualmente, é coordenadora de conteúdo na Itatiaia na capital federal.
Repórter de política em Brasília, com foco na cobertura dos Três Poderes. É formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB) e atuou por três anos na CNN Brasil, onde integrou a equipe de cobertura política na capital federal. Foi finalista do Prêmio de Jornalismo da Confederação Nacional do Transporte (CNT) em 2023.




