Marina chama Charles III de ‘pioneiro da causa ambiental’ e festeja doação ao Fundo Amazônia
Ministra do Meio Ambiente celebrou sinalizações dadas pelo governo do Reino Unido durante agendas de Lula em Londres

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva (Rede), disse neste domingo (7) que o Rei Charles III, recém-coroado chefe da monarquia britânica, é um dos “pioneiros da causa ambiental” em todo o planeta. A integrante do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) celebrou a intenção do Reino Unido de doar cerca de R$ 500 milhões ao Fundo Amazônia.
“A ONG que criou desde os anos 1970 faz dele (Charles) um dos pioneiros da causa ambiental no mundo. A decisão do governo britânico de contribuir financeiramente ao Fundo Amazônia representa a confirmação do apoio não só do monarca, mas do governo e do povo britânicos à luta do governo e povo do Brasil pela Amazônia”, afirmou a ministra, no Twitter.
A doação britânica ao Fundo Amazônia, formado para angariar apoio internacional à preservação do bioma, foi anunciada na sexta-feira (5) pelo premiê do Reino Unido, Rishi Sunak.
“Estou satisfeito pelo Reino Unido contribuir com £ 80 milhões para o Fundo Amazônia – para que possamos ajudar a deter o desmatamento e proteger a biodiversidade”, falou Sunak, durante reunião com Lula.
Marina Silva, aliás, foi internada nesse sábado (6). Ela testou positivo para a Covid-19.
A conversa entre Lula e o rei sobre a Amazônia
O petista, aliás, compareceu à cerimônia de coroação de Charles III. Durante a série de agendas que cumpriu em Londres, capital da Inglaterra, o presidente brasileiro .
“A primeira coisa que o rei me falou foi para cuidar da Amazônia. Falei que preciso de ajuda. Não é só nossa vontade, é preciso de ajuda e de muitos recursos”, disse Lula.
Lula lembrou, ainda, que Sunak “assumiu a responsabilidade” de ajudar no fomento financeiro do Fundo Amazônia.
“Nós, que tínhamos perdido o fundo da Noruega e Alemanha, porque o último presidente não aplicava, estamos aplicando e já recebendo mais um aviso do Biden que vai dar 500 milhões de dólares. A Inglaterra não disse quanto vai dar, mas espero que não seja menos que os EUA”, pontuou, embora os britânicos já tenham, sim, sinalizado quanto pretendem doar.
Graduado em Jornalismo, é repórter de Política na Itatiaia. Antes, foi repórter especial do Estado de Minas e participante do podcast de Política do Portal Uai. Tem passagem, também, pelo Superesportes.
