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Lula comenta derrota do Brasil para Argentina: 'Problema não é trocar de técnico'

Presidente defendeu convocação de mais jogadores que atuem em times brasileiros e disse gostar de Ancelotti e Guardiola

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O texto aponta que o ex-gerente de comunicação da Petrobras Geovane de Morais teria adotado um esquema de desvios de recursos da estatal com anuência do ex-presidente
O presidente Lula • Lula não vai comentar reportagem da Veja ( Ricardo Stuckert/ Instituto Lula)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou neste sábado (29) a derrota da Seleção Brasileira para a Argentina, por 4 a 1, na última terça-feira (25). Em referência à demissão de Dorival Júnior do comando da equipe canarinha, o petista avaliou que o “problema não é trocar de técnico".

Lula defendeu a escalação de mais jogadores que atuam no futebol brasileiro e criticou a convocação de atletas de clubes do “segundo escalão” da Europa.

“Eu acho que nós precisamos ter em conta, por que um time de segundo escalão na Inglaterra é mais importante que um time de primeiro escalão aqui? Quantos jogadores teve no Botafogo, no Flamengo, agora tem no Corinthians, no São Paulo, que podem ir para a seleção? Eu acho que é uma questão de opção, e esse negócio de ficar procurando técnico não faz milagre", afirmou o presidente em entrevista coletiva no Vietnã antes de embarcar de volta ao Brasil.

Segundo ele, a atual geração de jogadores brasileiros "não é a melhor". Sem citar nominalmente, Lula também criticou a provocação de Raphinha aos argentinos antes do clássico.

“O que nós precisamos é ter paciência, não fazer provocação. Fazer provocação com a Argentina dentro do campo da Argentina é, sinceramente, ter muita ignorância política. Porque a Argentina merece respeito. [...] Então, respeito é uma coisa boa que a gente quer receber e a gente quer dar. Na medida que o Brasil não respeitou, foi lá e tomou uma trolha", avaliou.

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Repórter de política em Brasília. Formado em jornalismo pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), chegou na capital federal em 2021. Antes, foi editor-assistente no Poder360 e jornalista freelancer com passagem pela Agência Pública, portal UOL e o site Congresso em Foco.

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