Impactos da rescisão de contratos de frete em Congonhas serão debatidos na ALMG
Caminhoneiros denunciam perdas financeiras e sociais após rescisão de contratos com mineradoras

Os impactos sociais, econômicos e tributários da rescisão dos contratos de frete dos caminhoneiros que transportam minério na região de Congonhas serão discutidos em audiência pública, marcada para esta segunda-feira (09) na Comissão de Trabalho, Previdência e Assistência Social da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. A reunião foi requerida pela deputada estadual Beatriz Cerqueira (PT).
Caminhoneiros que trabalhavam para mineradoras como Pau Branco, Gerdau, Herculano, Ferro+, LGA, Ecoming e Vale S.A. relataram que seus contratos de frete foram rescindidos após sucessivas reduções nos valores pagos. Muitos desses profissionais, residentes em Congonhas e municípios próximos, dependem do frete como principal fonte de renda.
- Reintegração dos caminhoneiros locais às operações de transporte das mineradoras;
- Manutenção e melhoria dos valores de frete anteriormente praticados;
- Garantia de repasse integral dos custos de pedágio;
- Igualdade de oportunidades para empresas regionais, evitando monopólios de transportadoras de fora.
A audiência busca abrir um diálogo entre os trabalhadores, empresas e autoridades, promovendo soluções para minimizar os impactos econômicos e sociais dessa crise.
Graduado em jornalismo e pós graduado em Ciência Política. Foi produtor e chefe de redação na Alvorada FM, além de repórter, âncora e apresentador na Bandnews FM. Finalista dos prêmios de jornalismo CDL e Sebrae.


