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Hugo Motta reage à decisão judicial e defende legalidade das emendas parlamentares

Em nota, presidente Hugo Motta afirma que decisão tenta criminalizar atividade política e defende legalidade na destinação de emendas parlamentares

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB)
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) • Bruno Spada / Câmara dos Deputados

A Presidência da Câmara dos Deputados divulgou neste sábado (11), uma nota oficial em reação à decisão judicial relacionada ao uso de emendas parlamentares. No texto, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirma que houve uma "indevida intervenção judicial" sobre uma atividade que considera típica do Poder Legislativo.

Segundo a manifestação, a decisão judicial não aponta desvio, abuso ou aplicação irregular de recursos públicos. Para a Câmara, o entendimento da Justiça se baseia em "inferições" e busca "criminalizar a atividade política". A nota também sustenta que a destinação das emendas parlamentares está em conformidade com a legislação vigente e com os acordos institucionais firmados entre os Poderes perante o Supremo Tribunal Federal.

Hugo Motta também saiu em defesa dos servidores da Câmara. De acordo com a nota, é uma prática administrativa regular que parlamentares autorizem suas equipes a operacionalizar indicações conforme a orientação das lideranças partidárias, sem que isso represente qualquer irregularidade.

Ao final, a Presidência da Câmara reafirma que a Casa continuará conduzindo suas atividades com transparência, respeito à ordem jurídica e independência do Poder Legislativo.

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Aline Pessanha é jornalista, com Pós-graduação em Marketing e Comunicação Integrada pela FACHA - RJ. Possui passagem pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, como repórter de TV e de rádio, além de ter sido repórter na Inter TV, afiliada da Rede Globo.