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Homem que furtou bola autografada por Neymar no 8 de janeiro é condenado a 17 anos de prisão

Réu alegou que pegou o objeto para devolvê-lo, mas só procurou a polícia 20 dias depois; STF não aceitou a justificativa e apontou intenção criminosa na ação

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Homem que furtou bola de Neymar e major acusado de liderar acampamento golpista se tornam réus | CNN Brasil
Após ser recuperada, bola autografada por Neymar voltou a ser exibida na Câmara • Créditos: CNN Brasil

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou nesta segunda-feira (1º) Nelson Ribeiro Fonseca Júnior, morador de Sorocaba (SP), a 17 anos de prisão por participação na invasão ao Congresso Nacional, no dia 8 de janeiro de 2023 - quado apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram às sedes dos Três Podere. O que chamou a atenção no caso de Nelson é que ele é acusado de furtar de uma bola de futebol autografada por Neymar, que fazia parte do acervo da Câmara dos Deputados.

A decisão teve como base o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, que foi acompanhado pelos ministros Carmen Lúcia e Flávio Dino. Já os ministros Cristiano Zanin e Luiz Fux também votaram pela condenação, mas com penas menores: 15 anos e 11 anos e 6 meses, respectivamente.

Apesar da justificativa, o STF entendeu que a devolução tardia não elimina a responsabilidade criminal. “Trata-se, no máximo, de um arrependimento posterior, sem relevância para exclusão de ilicitude”, afirmou Moraes no voto.

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Supervisor da Rádio Itatiaia em Brasília, atua na cobertura política dos Três Poderes. Mineiro formado pela PUC Minas, já teve passagens como repórter e apresentador por Rádio BandNews FM, Jornal Metro e O Tempo. Vencedor dos prêmios CDL de Jornalismo em 2021 e Amagis 2022 na categoria rádio

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