Fux vota pela absolvição do general Augusto Heleno em todos os crimes
O ministro do Supremo, que faz a leitura do voto desde 9h14 desta quarta-feira (10), também votou pela absolvição do ex-presidente Jair Bolsonaro

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, votou pela absolvição do general Augusto Heleno, ex-ministro do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O magistrado, que começou a leitura do voto às 9h14 desta quarta-feira (10), é o terceiro, de cinco magistrados, da Primeira Turma da Corte, responsável pelo julgamento de oito réus, acusados de integrar o "núcleo crucial" que tentou implementar um golpe de Estado após as eleições de 2022.
Além do militar, a Procuradoria-Geral da República (PGR) acusa de integrar o principal núcleo da trama golpista:
- Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);
- Almir Garnier Santos, almirante e ex-comandante da Marinha;
- Anderson Torres, ex-ministro da Justiça;
- Jair Bolsonaro, ex-presidente;
- Mauro Cid, tenente-coronel e ex-ajudante de ordens de Bolsonaro;
- Paulo Sérgio Nogueira, general e ex-ministro da Defesa;
- Walter Braga Netto, general da reserva, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa e candidato a vice na chapa de Bolsonaro em 2022.
- Organização criminosa armada;
- Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
- Golpe de Estado;
- Dano qualificado pela violência e ameaça grave;
- Deterioração de patrimônio tombado.
Votos de Fux
Com o relator, Alexandre de Moraes, e o ministro Flávio Dino votando pela condenação de todos os réus, a PGR está um voto de conseguir formar maioria e conseguir a punição para todos os acusados. Fux, até então, foi o único que divergiu dos demais, votando apenas pela condenação parcial do tenente-coronel Mauro Cid e de Braga Netto.
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Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais, com passagem pela Rádio UFMG Educativa. Na Itatiaia, já foi produtora de programas da grade e repórter da Central de Trânsito Itatiaia Emive.
Repórter de política em Brasília. Formado em jornalismo pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), chegou na capital federal em 2021. Antes, foi editor-assistente no Poder360 e jornalista freelancer com passagem pela Agência Pública, portal UOL e o site Congresso em Foco.
Jornalista pela UFMG, Lucas Negrisoli é editor de política. Tem experiência em coberturas de política, economia, tecnologia e trends. Tem passagens como repórter pelo jornal O Tempo e como editor pelo portal BHAZ. Foi agraciado com o prêmio CDL/BH em 2024.





