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Flávio Roscoe defende voto impresso em sabatina: 'Qual é o mal de se conferir?'

Em sabatina do MG1, candidato ao Governo de Minas afirma que a impressão permitiria conferir os votos e encerraria discussões sobre a credibilidade das eleições

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Flávio Roscoe (PL) afirma ser a favor do voto impresso durante sabatina • Reprodução Globo

O candidato ao Governo de Minas Flávio Roscoe (PL) afirmou que defende a adoção do voto impresso nas eleições brasileiras. Segundo ele, a medida permitiria uma conferência física dos votos e encerraria as discussões sobre a credibilidade do sistema de votação. A declaração foi dada durante sabatina do MG1, da TV Globo, nesta segunda-feira (14).

Roscoe afirmou que considera importante que o resultado registrado pela urna eletrônica possa ser conferido por meio de votos impressos.

“Mas por que eu não posso ter o voto impresso lá para ser conferida adequadamente? Por que nós todos hoje estamos sujeitos, no mundo digital, a ataque de hacker? Inclusive, as nossas instituições, todas elas, quase todas elas, já tiveram ataque de hacker recentemente. Qual é o mal de se conferir um voto impresso? Eu não vejo problema nenhum nisso”, explica.

O candidato pelo PL afirmou que não contesta os resultados das eleições, mas defendeu a impressão dos votos como forma de evitar questionamentos sobre a apuração.

“Não, não estou contestando os resultados, estou dizendo que eu gostaria que o voto fosse impresso. Para que acabaria essa discussão. Aí nós não ficaríamos mais. Toda eleição vai ter contestação. Porque ninguém está seguro efetivamente ou ninguém garante efetivamente que aquilo é exato. Agora, com o voto impresso, ninguém vai poder falar nada. Se o voto está impresso é só ir lá e contar.”

Roscoe também afirmou que não considera nenhum sistema de informática completamente inviolável e usou esse argumento para defender a possibilidade de conferência física dos votos.

“Não sou técnico de informática, sou empresário, mas eu não conheço nem um ambiente de informática inviolável. E eu nunca vi nenhum parecer de especialista nesse sentido. Então eu defendo sim que o voto seja a urna que seja conferida", finaliza.

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Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), atualmente mestranda em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Já atuou na Band Minas e na TV Alterosa.

 

 

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