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Eleições 2026: Nunes Marques atribui atraso de 50 minutos em resultado a congestionamento no sistema

O ministro afirmou que a Corte Eleitoral estava no controle da situação, mas priorizaram a efetividade à velocidade da divulgação dos resultados; ele explicou que houve 'congestionamento' em uma das etapas do processo de apuração e precisaram cumprir rotinas

Por, Brasília
Kassio Nunes Marques em entrevista coletiva no início da tarde deste domingo (4)
Kassio Nunes Marques em entrevista coletiva no final das eleições do primeiro turno, domingo (4) • Reprodução/TSE

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, afirmou que um congestionamento em um dos sistemas utilizados pela Justiça Eleitoral provocou o atraso de aproximadamente 50 minutos na divulgação dos resultados das Eleições 2026. A expectativa era de que a definição do primeiro turno ocorresse na noite deste domingo (4), por volta das 20h.

Segundo o presidente da Corte, o funcionamento simultâneo de diferentes sistemas responsáveis por etapas que passam pela transmissão, recebimento, processamento dos boletins de urna, totalização, divulgação e sustentação do software até chegar aos dados divulgados nos resultados.

Portanto, diante do problema, o tribunal precisou realizar uma sequência de verificações e reiniciar o sistema antes de dar continuidade ao processo. Nunes afirmou que o tribunal priorizou a segurança do processo em vez da velocidade.

“O TSE tinha absoluto controle da situação, só que temos protocolos e temos uma rotina. Havia a necessidade de checagem de todos esses sistemas, numa ordem que demandava um tempo significativo. Antes da rapidez, prezamos por um sistema absolutamente confiável. E, como sempre, os resultados estão sendo divulgados de forma transparente, pública e robusta”, explicou o ministro em coletiva após a entrega do resultado.

A suposta interferência estrangeira nas eleições foi descartadda pelo presidente da Corte, que repetiu a informação já declarada à tarde de que não havia indicativos que mostrassem esse risco.

 

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Formada em jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), tem cinco anos de experiência na comunicação política. Desde a reportagem, no Correio Braziliense, até a assessoria parlamentar. Em 2024, atuou em campanha eleitoral majoritária. Especialista em gerenciamento de crise e construção de imagem. Na Itatiaia, escreve para o portal, em Brasília.

 

 

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