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Eleições 2026: Nunes Marques minimiza alertas de segurança envolvendo embaixadas dos EUA

O ministro afastou qualquer possibilidade de riscos para o processo eleitoral, incluse relacionados ao crime organizado; segundo ele, nenhum dos órgãos de segurança pública detectaram qualquer atividade suspeita ou interferência estrangeira

Por, Brasília
Ministro Nunes Marques, Presidente do TSE.
Ministro Nunes Marques minimiza alertas de segurança dos EUA • Reprodução TSE

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, confirmou que não há indicativos de interferência estrangeira às eleições brasileiras relacionados a ameaças contra representações diplomáticas no país. A declaração foi dada durante coletiva na tarde deste domingo (4), no primeiro turno das eleições.

A fala ocorre após os Estados Unidos da América (EUA) suspender os serviços presenciais da Embaixada e dos Consulados no Brasil por tempo indeterminado, por questões de segurança.

O ministro ponderou que medidas preventivas adotadas por governos estrangeiros em períodos eleitorais não são incomuns. Segundo ele, representações diplomáticas podem alterar o funcionamento diante de cenários de maior tensão política.

Segundo Nunes Marques, as equipes responsáveis pelo acompanhamento de riscos internacionais não identificaram elementos que apontem ameaça ao processo eleitoral, inclusive relacionada ao crime organizado. Ele afastou qualquer possibilidade de ameaças e possibilidades de atentados por organizações criminosas.

"Sempre que há um acirramento, uma divisão política dentro de um país ou dos países, como foi o caso da Colômbia. Os EUA também procedeu da mesma forma", minimizou.

O ministro acrescentou que os órgãos brasileiros responsáveis pelo acompanhamento da eleição não encontraram, até o momento, evidências que sustentem informações sobre possíveis atentados.

“Nós não temos nenhum relatório da Polícia Federal, da Abin, de nenhum setor que trabalhe em parceria com o TSE indicando qualquer tipo de risco”, disse.

 

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Formada em jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), tem cinco anos de experiência na comunicação política. Desde a reportagem, no Correio Braziliense, até a assessoria parlamentar. Em 2024, atuou em campanha eleitoral majoritária. Especialista em gerenciamento de crise e construção de imagem. Na Itatiaia, escreve para o portal, em Brasília.

 

 

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