‘Declarar guerra ao crime organizado’, diz Flávio Bolsonaro sobre 1° ato de governo se ganhar eleição
Presidenciável participou do ‘Bloco do 22’ em Capelinha, na Região do Vale do Jequitinhonha, nesta quinta-feira (15), onde falou sobre propostas para segurança pública

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que pretende “declarar guerra ao crime organizado” como primeiro ato de governo caso ganhe as eleições. O presidenciável participou do evento de campanha ‘Bloco do 22’ em Capelinha, na Região do Vale do Jequitinhonha, nesta quinta-feira (15), ao lado de figuras como o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e o senador eleito Domingos Sávio (PL).
Em entrevista à rádio Ananãs de Capelinha, afiliada Itatiaia, Flávio Bolsonaro disse que pretende tratar os membros de organizações criminosas como terroristas. “Eu vou declarar guerra ao crime organizado. Vai ser tudo tratado como terrorista. Eu vou devolver às ruas aos brasileiros, e quem vai andar na rua com medo são os marginais”, ressaltou.
O senador reforçou que tem propostas para combater o crime organizado e “devolver a segurança nas ruas para as pessoas de bem”. O candidato ainda criticou a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com Flávio Bolsonaro, o petista fez promessas que não prometeu e, se eleito, também não cumprirá as promessas.
“Por onde eu tenho andado nesse Brasil, fui em praticamente todos os estados do Brasil desde a pré-campanha, o que eu tenho mais ouvido com relação ao Lula é a palavra decepção. E eu acho que muitas pessoas, como aqui em Capelinha, se decepcionaram com o Lula, com as promessas que ele fez, que ele não cumpriu, que ele continua fazendo e não vai cumprir de novo”, disse.
O ato realizado nesta quinta (15) em Capelinha promove a campanha do candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL). Antes do ‘Bloquinho’, Flávio e Nikolas Ferreira comentaram sobre a PEC da Segurança Pública e a redução da maioridade penal. Flávio prometeu penas duras para menores que roubam celulares.
“Temos que reduzir a maioridade penal e aumentar a pena para o crime de ladrão de celular. É isso que nós vamos fazer. Está no nosso plano de governo. Pena mínima para ladrão de celular ou quem revende esse celular também, porque isso acaba virando um grande círculo lucrativo para essas quadrilhas, começa com no mínimo oito anos de cadeia. Isso significa que começa no regime fechado”, prometeu.
Já nesta sexta-feira (16), Nikolas e Flávio estarão em Nanuque, na região do Vale do Mucuri, no Nordeste de Minas Gerais. O governador eleito Cleitinho Azevedo, do Republicanos, deve participar desse ato.
Jornalista formada pelo UniBH, é apaixonada pelo dinamismo do factual e pelo poder das histórias bem narradas. Com trajetória que inclui passagens pelo Sistema Faemg Senar, jornal Estado de Minas e g1 Minas, possui experiência em múltiplas plataformas e linguagens. Atualmente, integra a redação da Rádio Itatiaia, onde acompanha os principais acontecimentos de Minas Gerais, do Brasil e do mundo


