Atlas/Arko: direita prevalece na população brasileira, e esquerda vence entre os mais ricos
Enquanto 36,6% se dizem partidários do campo conservador, 25,9% afirmam se identificar mais com o campo progressista

A maior parte da população brasileira se identifica mais com a direita do que com a esquerda, aponta pesquisa Atlas/Arko divulgada nesta quarta-feira (1º). Enquanto 36,6% se dizem partidários do campo conservador, 25,9% afirmam se identificar mais com o campo progressista.
Há ainda 17% que se definem como de centro-esquerda, e 8,5% que se entendem como de centro-direita. Ao centro, estão apenas 3,3% dos eleitores, e 8,7% dizem não saber responder ou não ter ideologia definida.
A direita é predominante entre mulheres, entre as quais 38,4% apontam ser de direita, e 32%, de esquerda. Entre homens, há 34,7% que afirmam estar no campo conservador, e 19%, no progressista.
Mais jovens, com idade entre 16 anos e 24 anos, também se identificam mais com a direita, com quase metade – 48,7% – se dizendo partidários da direita, contra 24,8% afirmando ser de esquerda.
Nas idades mais avançadas, entre 45 e 59 anos e acima de 60 anos, o cenário é mais equilibrado, com cerca de 30% dos eleitores se identificando com ambos os lados do espectro político.
A direita também domina entre os mais pobres, que recebem até R$ 2 mil por mês, com 50,9% se dizendo membros do campo conservador.
Em demais faixas de renda, o cenário é praticamente idêntico entre o espectro político, com cerca de 30% para cada lado, e a esquerda só tem mais representantes entre os que ganham mais de R$ 10 mil, dos quais 28,4% se dizem de esquerda, ante 23,9% de direita.
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