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Após operação da PF, prefeito de Macapá renuncia ao cargo para disputar eleições

O agora ex-prefeito já havia sido afastado do cargo por 60 dias após determinação do ministro do STF, Flávio Dino

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Dr. Furlan, médico e ex-prefeito de Macapá, pré-candidato do PSD ao Governo do Amapá nas eleições de 2026
Médico e ex-prefeito de Macapá por dois mandatos, Dr. Furlan (PSD) disputa pela primeira vez o Governo do Amapá nas eleições de 2026.  • Reprodução | Redes Sociais.

O prefeito de Macapá, Antonio Paulo de Oliveira Furlan, conhecido como Dr. Furlan (PSD-AP), renunciou ao cargo nesta quinta-feira (5) após ser alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) que apura desvios de recursos de emendas parlamentares federais destinados à construção de um hospital municipal.

Na última quarta-feira (4), o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que ele e o vice-prefeito, Mario Rocha de Matos Neto (Podemos-AP), fossem afastados da gestão municipal por 60 dias.

Furlan foi reeleito em 2024 com mais de 85% dos votos válidos para a prefeitura. Depois que ele e o vice-prefeito foram afastados por determinação do Supremo, o presidente da Câmara, Pedro da Lua (União Brasil-AP), assumiu o Executivo.

Além de afastar prefeito e vice-prefeito, Dino também autorizou buscas e apreensões nos endereços indicados pela PF e determinou a quebra do sigilo bancário e fiscal de Furlan, da primeira-dama, de sua ex-mulher e de outros dez investigados, incluindo empresários e funcionários públicos.

A secretária de Saúde, Erica Aranha de Sousa Aymoré, e Walmiglisson Ribeiro da Silva, integrante da Comissão Especial de Licitação do município, também foram afastados.

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Jornalista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais, com passagem anterior pela Rádio UFMG Educativa. Na Itatiaia, integra a cobertura da editoria de Política.

 

 

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