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Defesa cogita adiar depoimento de Bolsonaro à PF, dizem fontes

Ex-presidente também foi intimado a depor no mesmo dia sobre disseminar fake news sobre as urnas eletrônicas em conversas com um empresário

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Bolsonaro tem depoimento marcado para explicar envolvimento no caso das joias no dia 31 de agosto
Bolsonaro tem depoimento marcado para explicar envolvimento no caso das joias no dia 31 de agosto • Marcelo Camargo/Agência Brasil

A defesa do presidente Jair Bolsonaro (PL) cogita adiar seu depoimento no caso das joias, marcado para o dia 31 de março, se não tiver acesso total ao inquérito, disseram fontes à CNN.

Na terça-feira (22), Jair e Michelle Bolsonaro receberam a intimação, mas seus advogados reclamam que até agora não conseguiram ter acesso à integralidade do inquérito. "Não vamos transigir um milímetro no direito de defesa", disse uma fonte.


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O acesso aos autos foi autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) apenas pessoalmente, mas, ao chegar ao cartório, os documentos não estavam lá, relatam os advogados. A reclamação é a mesma da defesa de Mauro Cid, ex-assessor do presidente.

Além de Bolsonaro e Michelle, o ex-assessor, seu pai, o general Mauro César Lorena Cid, e outros envolvidos foram chamados a depor ao mesmo tempo. A estratégia da Polícia Federal (PF) é evitar que eles combinem versões.

Bolsonaro já prestou depoimento uma vez no caso das joias em Guarulhos, quando o inquérito ainda corria em primeira instância. Michelle nunca falou em juízo sobre o assunto.

Bolsonaro também foi intimado a depor no mesmo dia sobre disseminar fake news sobre as urnas eletrônicas em conversas com um empresário. A defesa diz que não teve acesso total ao inquérito.

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