CPI ouve servidores da Prefeitura de BH sobre contrato sem licitação para limpeza da Lagoa da Pampulha
Vereador questiona que opção por contrato com empresa impediu cidade de buscar novas tecnologias para dar fim ao problema da sujeira no espelho d'água

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga contratos da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) com empresas privadas para a limpeza da Lagoa da Pampula ouve, nesta terça-feira (27), duas pessoas que já foram investigadas em uma primeira edição da Comissão, realizada no ano passado, e que terminou sem a aprovação de um relatório final.
Diretor de Gestão de Águas Urbanas, Ricardo de Miranda Aroeira, e a engenheira Ana Paula Fernandes Viana Furtado, lotada no mesmo órgão, serão ouvidos na condição de investigados.
O autor dos requerimentos é o presidente da Comissão, vereador Bráulio Lara (Novo), que critica os servidores por terem insistido em um contrato que não trouxe soluções eficazes para a limpeza da Lagoa.
"Desta forma, a cidade de Belo Horizonte não pôde receber propostas de outras técnicas ou tecnologias que poderiam permitir um tratamento mais efetivo da Lagoa da Pampulha, como indicariam os próprios pareceres das entidades de apoio contratadas pela Prefeitura", afirmou o parlamentar.
Editor de política. Foi repórter no jornal O Tempo e no Portal R7 e atuou no Governo de Minas. Formado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), tem MBA em Jornalismo de Dados pelo IDP.



