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Com auxiliares de Fuad, vereador e nomes da hotelaria e do comércio, PBH monta Conselho de Turismo

Nova composição do grupo foi publicada pelo Poder Executivo nesta quarta-feira (24); comissão é vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico

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Blocos de carnaval desfilam pela Avenida Afonso Pena
Carnaval de BH • Júlia Lanari/PBH

A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) definiu a nova composição do Conselho Municipal de Turismo (Comtur-BH). Os designados para o grupo vão cumprir mandatos até 2026. O colegiado terá a participação, por exemplo, de Gilberto Castro, presidente da Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte S/A, a Belotur. Marcelo Souza e Silva, presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) da cidade, também comporá a comissão, oficializada em ato publicado nesta quarta-feira (24) no Diário Oficial do Município (DOM).

O Conselho de Turismo terá, também, a participação do vereador Ciro Pereira (PRD), que ocupará o assento destinado à Câmara Municipal. A suplente dele será a vereadora Janaína Cardoso, do União Brasil.

Vinculado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico de BH, o Comtur tem caráter consultivo. A ideia é que o conselho ajude na construção das diretrizes da Política Municipal de Turismo.

Entre os secretários de Fuad que vão fazer parte da nova composição do Compur, estão Genilson Zeferino, chefe da pasta de Segurança e Prevenção, e José Luiz Borel, da Secretaria Municipal de Comunicação Social.

Carnaval de BH e embate com o governo do estado

Neste momento, os interlocutores da Prefeitura de BH estão de olho na organização do carnaval da cidade. No início da semana, o prefeito Fuad Noman (PSD) criticou o vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (Novo), por falas ligadas à folia momesca.

“O estado aportou R$ 4 milhões Do total que foi gasto. A relação entre prefeitura e o governo do estado é normal. O vice-governador andou falando umas bobagens de quem não conhece o carnaval, parece que ele nem participou do carnaval no ano passado, deve ter viajado, então ele falou umas bobagens. Mas, isso a gente supera, porque não importa. O carnaval não é meu, não é dele, não é dos patrocinadores, o carnaval é do povo”, disse.

Na semana passada, Simões afirmou que o apoio financeiro do governo estadual para a festa em BH teve como objetivo impedir o “apequenamento” dos festejos.

“No último ano, vimos o carnaval de BH perder potência. Não acompanhou o crescimento que estava desde que começou”, apontou o vice-governador, à ocasião.

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Graduado em Jornalismo, é repórter de Política na Itatiaia. Antes, foi repórter especial do Estado de Minas e participante do podcast de Política do Portal Uai. Tem passagem, também, pelo Superesportes.