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CMBH mantém veto a trecho de lei que cria Rede de Comunicação em unidades de saúde

O veto atinge o parágrafo 1º do artigo 1º do PL, que, segundo o Executivo, impõe obrigações a prefeitura sem indicar fonte de recursos

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Plenário da Câmara Municipal de Belo Horizonte.  • Edson Costa | Itatiaia.

Vereadores da Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH) votaram pela manutenção do veto parcial da prefeitura da capital mineira ao projeto que institui a criação de uma Rede de Comunicação Social (RCS) nas unidades da Rede Municipal de Saúde.

A justificativa do Executivo argumenta que o texto impõe obrigações ao município sem indicar qual seria a fonte de recursos, além de interferir na organização administrativa da PBH.

O trecho retirado e mantido em plenário determinava que a RCS deveria ser implantada de forma que fosse garantida a criação de um canal de televisão exclusivo, o que implicaria em custos adicionais com equipamentos, equipe, estrutura, entre outros processos de licenciamento.

Como o veto foi parcial, parte do projeto continua valendo. O texto sancionado determina diretrizes para a criação da Rede Municipal de Comunicação Social nas unidades de saúde de Belo Horizonte.

Com isso, os televisores que já estão instalados nesses espaços devem passar a exibir conteúdo educativo e informativo sobre saúde pública.

A lei também estabelece princípios para a produção e seleção de conteúdos, como a valorização da diversidade e o respeito aos valores éticos e sociais.

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Jornalista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais, com passagem anterior pela Rádio UFMG Educativa. Na Itatiaia, integra a cobertura da editoria de Política.

 

 

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