Cármen Lúcia acompanha Moraes para condenar Eduardo Bolsonaro por difamação
O processo teve início em 2021, quando a deputada Tabata Amaral acionou a Justiça após declarações de Eduardo nas redes

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta segunda-feira (20) para condenar o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro por difamação contra a deputada Tabata Amaral (PSB-SP).
Com o voto, a ministra acompanhou o relator do caso, Alexandre de Moraes, e o placar no Supremo chega a dois votos a zero pela condenação.
O processo teve início em 2021, quando Tabata Amaral acionou a Justiça após declarações de Eduardo Bolsonaro nas redes sociais.
Na ocasião, o então deputado afirmou que um projeto de lei apresentado por Tabata, que trata da distribuição de absorventes em espaços públicos, beneficiaria o empresário Jorge Paulo Lemann.
Segundo a publicação, Lemann teria ligação com uma empresa do setor de higiene pessoal e lucraria com a proposta. O empresário e a empresa citada negaram qualquer tipo de vínculo com o projeto.
Repórter de política em Brasília, com foco na cobertura dos Três Poderes. É formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB) e atuou por três anos na CNN Brasil, onde integrou a equipe de cobertura política na capital federal. Foi finalista do Prêmio de Jornalismo da Confederação Nacional do Transporte (CNT) em 2023.
