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'Caixa quer ser protagonista do governo federal', diz presidente do banco após resultados do trimestre

Resultados do trimestre, divulgados na quinta-feira (11), mostraram lucro líquido de R$ 1,9 bilhão — queda de 23,9% em relação ao mesmo período de 2022

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Presidente da Caixa, Maria Rita Serrano, afirmou que banco quer ser protagonista em ações do governo federal
Presidente da Caixa, Maria Rita Serrano, afirmou que banco quer ser protagonista em ações do governo federal • Marcelo Camargo/Agência Brasil

A presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Rita Serrano, afirmou nesta sexta-feira (12), ao apresentar os resultados da instituição para o primeiro trimestre de 2023, que o banco planeja ser “protagonista” no governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Segundo Rita Barreto, para atingir esse objetivo a nova gestão implementou uma “mudança de diretriz” para o banco. Os resultados do trimestre, divulgados na quinta-feira (11), mostraram lucro líquido de R$ 1,9 bilhão — queda de 23,9% em relação ao mesmo período de 2022.

“Este balanço [do primeiro trimestre] traz não só os números do banco, mas uma nova diretriz para a instituição. Ao assumir o banco em janeiro, assumimos uma instituição que perdeu nos últimos anos sua capacidade de dar continuidade a projetos”, disse.

“A diretriz que havia era de privatizar as principais operações da instituição. Em janeiro, nós remodelamos o banco para que ele volte a ser público, do ponto de vista do seu norte, porque a Caixa é um banco público”, completou.

Em sua fala, a presidente ainda destacou que a nova gestão não vê dicotomia entre a Caixa exercer “funções sociais” e ao mesmo tempo “competir” no sistema financeiro privado.

Caixa foca diversidade após escândalo

Maria Rita Serrano destacou ainda em sua fala que a nova gestão da Caixa Econômica Federal remodelou o programa estratégico do banco.

Entre as principais alterações implementadas, ela mencionou o fomento à cultura de inclusão e valorização da diversidade — após escândalo em que o ex-presidente do banco Pedro Guimarães virou réu por assédio a funcionárias.

A Caixa tem que ser um banco plural, tem que respeitar as diferenças e valorizar a diversidade. Esse programa leva em consideração as temáticas de gênero, raça, gerações, pessoas com deficiência e o público LGBTQIA+”, disse.

 

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